
***
O jardim encantado
Uma garota passeava num jardim encantado colhendo flores coloridas. Em suas mãos não cabiam mais flores e ela olhava aquele jardim imenso querendo colher mais.
Olhando-a em meio às flores meus olhos se confundem com o quadro natural exposto deixando uma dúvida que não sou capaz de responder, mesmo estando tão próximo dela:
Será que ela é uma flor passeando e brincando no jardim encantado? Talvez seja uma jardineira carinhosa cuidando das flores e perfumando-as com seu perfume e aroma de amor, transformando-as em meninas flores.
Vejo que os seus braços estão carregados e coloridos de flores, porém uma coisa não compreendo: Para que tantas flores? Então percebo uma ação estranha que me faz pensar: Ao ver uma flor que atrai seu carinho, ela imediatamente abandona outra pelo caminho colhendo a flor desejada, numa troca incessante e inconsequente, que faz os insetos chorarem.
De repente a menina parou entre tantas flores e olhou para trás confusa, deixando-me também confuso. Ela olhou para as flores que estavam em seus braços e percebeu que estava faltando alguma coisa valiosa. Havia tantas flores em seus braços, porém ela fez uma cara de espanto, pois a flor que ela mais queria e mais gostava ficou para trás, perdida pelo caminho.
Um desespero imediato tomou conta da menina olhando aquele jardim imenso e aquele longo caminho percorrido. Momentos de dúvidas pairaram no ar deixando a menina triste e seus braços cheio de flores estavam vazios de amor sem a sua querida flor.
Ela olhou para trás e abriu os braços esperando um abraço carinhoso, esperando que os braços do vento trouxessem sua grande flor para pertinho e assim pudesse sentir o perfume do amor, um aroma diferente, que só de pensar ela sente e fica contente, pois se ela sente seu perfume a flor está por perto e não a abandonara, basta seguir a intuição do coração.
Num olhar cauteloso para trás, guiado pelo desejo do coração que bate acelerado, encontra em cima de uma grande pedra grande flor solitária à sua espera, suas raízes até brotara fazendo companhia àquela pedra, provando que o amor é capaz de brotar em qualquer coração.
Abrindo suas grandes pétalas, ela flutua girando no ar levada pelos braços do vento, seguindo o cheiro do amor trazido pela brisa suave do vento e pousa ao lado de sua grande flor, onde também cria raízes naquela pedra carinhosa e ali onde ninguém poderia imaginar. Naquele coração de pedra agora existe um feliz ninho de amor.
Uma garota passeava num jardim encantado colhendo flores coloridas. Em suas mãos não cabiam mais flores e ela olhava aquele jardim imenso querendo colher mais.
Olhando-a em meio às flores meus olhos se confundem com o quadro natural exposto deixando uma dúvida que não sou capaz de responder, mesmo estando tão próximo dela:
Será que ela é uma flor passeando e brincando no jardim encantado? Talvez seja uma jardineira carinhosa cuidando das flores e perfumando-as com seu perfume e aroma de amor, transformando-as em meninas flores.
Vejo que os seus braços estão carregados e coloridos de flores, porém uma coisa não compreendo: Para que tantas flores? Então percebo uma ação estranha que me faz pensar: Ao ver uma flor que atrai seu carinho, ela imediatamente abandona outra pelo caminho colhendo a flor desejada, numa troca incessante e inconsequente, que faz os insetos chorarem.
De repente a menina parou entre tantas flores e olhou para trás confusa, deixando-me também confuso. Ela olhou para as flores que estavam em seus braços e percebeu que estava faltando alguma coisa valiosa. Havia tantas flores em seus braços, porém ela fez uma cara de espanto, pois a flor que ela mais queria e mais gostava ficou para trás, perdida pelo caminho.
Um desespero imediato tomou conta da menina olhando aquele jardim imenso e aquele longo caminho percorrido. Momentos de dúvidas pairaram no ar deixando a menina triste e seus braços cheio de flores estavam vazios de amor sem a sua querida flor.
Ela olhou para trás e abriu os braços esperando um abraço carinhoso, esperando que os braços do vento trouxessem sua grande flor para pertinho e assim pudesse sentir o perfume do amor, um aroma diferente, que só de pensar ela sente e fica contente, pois se ela sente seu perfume a flor está por perto e não a abandonara, basta seguir a intuição do coração.
Num olhar cauteloso para trás, guiado pelo desejo do coração que bate acelerado, encontra em cima de uma grande pedra grande flor solitária à sua espera, suas raízes até brotara fazendo companhia àquela pedra, provando que o amor é capaz de brotar em qualquer coração.
Abrindo suas grandes pétalas, ela flutua girando no ar levada pelos braços do vento, seguindo o cheiro do amor trazido pela brisa suave do vento e pousa ao lado de sua grande flor, onde também cria raízes naquela pedra carinhosa e ali onde ninguém poderia imaginar. Naquele coração de pedra agora existe um feliz ninho de amor.
